Top Ten Tuesday #71

janeiro 09, 2018


10 livros que queria ler em 2017 mas não consegui

Já falei um pouco acerca deste tema mas posso falar um bocadinho mais. A verdade é que houve muita coisa que queria ler em 2017 e não o fiz, portanto vão encontrar aqui vários livros cuja leitura veio do ano passado.

A seleção (A seleção, #1)Cycle of Hatred (World of WarCraft, #1)Os Venenos da CoroaValete de Copas e Dama de Espadas

1. A série de Kiera Cass, A Selecção. A ver se é este ano que a começo e, de preferência, termino!
2. A série do World of Warcraft. Não li um único livro mas já não o farei este ano.
3. Os Venenos da Coroa, de Maurice Druon. Foi uma das leituras que trouxe para este ano.
4. Valete de Copas e Dama de Espadas, de Joanne Harris. Outra leitura que veio do ano passado.

Valete de Copas e Dama de EspadasA Voz (Ephemera, #0.5)Cartas de Profecia (Os Outros, #5)Londres de Shakespeare por Cinco Groats ao Dia

5. Harry Potter e a Pedra Filosofal. Comecei a ler para um desafio mas depois perdi-me e não voltei a pegar no livro. Mas não vai ser este ano que vou reler a série.
6. A Voz, de Anne Bishop. Este livro é tão pequeno que salta de maratona em maratona, de ano em ano, e a verdade é que acabo por nunca o ler.
7. Cartas de Profecia, de Anne Bishop. Agora já terminei esta leitura, mas veio do ano passado.
8. Londres de Shakespeare, de Richard Tames. Mais uma leitura do ano passado que entretanto terminei.

Todos Os Caminhos (A Tirania da Distância #1)Dead Until Dark (Sookie Stackhouse #1)

9. Todos os Caminhos, de Clara Pinto Correia. O último exemplo de leitura que saltou do ano passado para este.
10. Dead Until Dark, de Charlaine Harris. Este livro tinha sido uma escolha para a Maratona Literária Outono Inverno 2017, emprestado por uma amiga minha, mas cuja leitura nem comecei e decidi abandonar a ideia.

Resumindo e concluindo... eu sou terrível a fazer planos!

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.