[Maratonas Literárias] Dark-a-Thon: Como Foi

julho 25, 2017

Foto de Elsa Esteves.

Eu sei que venho tarde, mas o meu computador só agora voltou para as minhas mãos (o meu bebé!) e só agora pude trazer-vos a minha caminhada por uma das maratonas que, na teoria, seria das que mais me agradariam.

Na teoria porque, na prática, não li nada de jeito!

1. Lê um livro cuja acção seja à volta de um serial killer
Dexter, a Mão Esquerda de Deus, de Jeff Lindsay
Este livro abriu uma porta para mim que há muito que estava fechada: os DNF, ou seja, Did Not Finish, ou seja, não acabei. E não me arrependo. Eu costumava levar os livros até ao fim, mesmo não gostando. Mas depois vi a luz e percebi que o tempo não dá para ler todos os livros e ser desperdiçado com os que não me agradam.

2. Lê um livro cujo título seja assustador
Eu Estou Pensando em Acabar com Tudo, de Iain Reid ✓
Começou bem, mas acabou muito mal.

3. Lê um livro cujo personagem principal seja feminino
A Garota no Trem, de Paula Hawkins ✓
Não posso dizer que desgostei do livro, mas tendo em conta todo o hype à sua volta, ficou muito aquém do que eu esperava.

4. Abre um livro de contos de terror e lê o conto da página 66
Todos os Contos, de Edgar Allan Pöe ✗
Esqueci-me!

5. Lê um thriller / terror de um autor que ouviste falar mas nunca tiveste oportunidade de ler
A Garota no Trem, de Paula Hawkins ✓

6. Escolhe um livro de terror e lê somente à noite
Li sempre uma parte de todos à noite ✓


Que venha a próxima!

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0 comentários

Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.