Impiedosas, de Sara Shepard - Sinopse & Opinião

abril 07, 2017

Impiedosas (Pretty Little Liars, #7)
Título: Impiedosas
Título Original: Heartless
Série: Pretty Little Liars #7
Editora: Rocco
Ano de Publicação: 2012
Número de Páginas: 294

No sétimo livro da série que conquistou os adolescentes com sua apimentada trama de suspense, segredos e intrigas, Hanna, Aria, Emily e Spencer continuam brincando com fogo. O mistério em torno da morte de Alison, a quinta integrante do grupo mais popular da sofisticada Rosewood, segue cada vez mais intrincado. Desacreditadas pela polícia e pela sociedade por conta de seus últimos depoimentos, um tanto contraditórios, as quatro amigas se veem vulneráveis quando o verdadeiro assassino vem atrás delas em Impiedosas.

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Depois do final de Destruidoras, não é possível fazer uma pausa antes de mergulhar de cabeça no sétimo volume da série.

Impiedosas foi o livro que menos gostei, até agora. Houve muitas perguntas e poucas respostas. Apesar de haver aquela sensação que em breve tudo estará explicado, senti que faltou alguma coisa para tornar esta uma leitura tão arrebatadora como algumas anteriores. Houve mais desenvolvimentos, mas, mesmo assim... poucas, poucas respostas.
Desta vez, as Liars estão no limite de caírem num fosso do qual dificilmente irão sair. Ninguém mais se acredita nelas e as repercussões são graves. Hanna é enviada para uma espécie de hospital psiquiátrico disfarçado de retiro espiritual, apenas para sair de lá ainda mais maluquinha do que quando entrou. Emily vai numa viagem mal explicada, para uma comunidade Amish, à espera de encontrar Ali escondida por trás de uma comunidade tão fechada - e vem para casa sem respostas e com mais perguntas. Spencer finalmente descobre a verdade acerca do seu nascimento, e não era algo que eu estava à espera, apesar do rumo da série televisiva. Já estava tudo tão diferente que não pensei que fossem pegar naquele pormenor. Aria é apenas Aria, com uma vida amorosa que não lembra a ninguém.
Há mais uma morte e desta eu não estava mesmo à espera. Foi delicioso! Mas nem isso deu para salvar o livro, apesar de lhe ter dado um final fantástico. Há um novo suspeito no ar, mas aparece tão de repente que fiquei confusa... onde é que esteve este tempo todo? Simplesmente aparece e nós temos de aceitar.

Com esperança, avanço para a leitura do oitavo volume, à espera de conseguir respostas definitivas - isso alguma vez acontece nos livros de Sara Shepard? Apesar de estar a gostar das leituras, a série começa finalmente a cansar-me, e espero sinceramente que as coisas comecem a fazer sentido.

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.