[Maratona Literária] Spring Into Horror Read-a-Thon

abril 17, 2016


Maratonas Literárias! Que saudades!

Infelizmente não vou poder participar no Dewey's Read-a-Thon deste mês, pois precisamente nesse dia tenho um casamento. No entanto, encontrei este Spring Into Horror que parece feito para mim. Durante uma semana, e vai ser só ler, ler, ler. Então é assim:

A maratona começa, em Portugal, às 6h da manhã de amanhã, Domingo, dia 18, e acaba às 5h59 de dia 24. Ainda vão a tempo de se inscrever, no blogue oficial aqui e seguir o grupo no FB aqui. Este read-a-thon apenas tem uma regra: é obrigatório ler um livro de terror (thriller, mistério, paranormal, romance gótico, etc.). Todos os outros são opcionais. Como eu tenciono apenas ler durante esta semana em todos os meus momentos livres, vou criar uma meta assim um bocadinho ambiciosa.

Para o desafio:

A Caixa em Forma de Coração

Fora do desafio:

A Vingança de Mara Dyer (Mara Dyer, #3)Está Tudo na CabeçaOs Limites do Encantamento

Portanto, durante um mês vou andar afastada de tudo: blogues, facebook, e-mail e afins. Umas pequenas férias do Eu e o Bam, para me poder concentrar unicamente em ler :) Volto no dia 26, com novidades, com o vencedor do passatempo, e, espero eu, com menos quatro livros por ler da minha pilha enorme!

Mas mantenham-se atentos... Dia 23 há coisas boas :)

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1 comentários

Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.